Resumo histórico sobre o surgimento da raça Yorkshire Terrier
O Yorkshire teve sua origem no Condado de York, na Inglaterra, no século XIX, dos cruzamentos das raças de cães: Skye Terrier, Clydesdale Terrier, Paisley Terrier e tinham o peso em torno de 5,5 a 7 quilos. O Principal objetivo era de caçar roedores nas minas de carvão, sua cor azul-aço não manchava com o carvão como em raças de cor mais clara, assim como a sua cabeça, peito e pernas douradas tornavam o Yorkshire visível dentro das tubulações. Depois começou a ser utilizado e a ter destaque, em campeonatos de "caça aos ratos", realizados em bares da região, cujo objetivo de seus criadores era de ter retorno financeiro com esta atividade. O seu tamanho foi reduzido devido uma seleto cruzamentos de exemplares de menor porte até chegar aos 3 até 4 quilos. Depois desta mudança genética, o Yorkshire Terrier começou a se destacar pela sua linda pelagem longa de cores com grande contrate com tanino forte, tornou-se um cão muito procurado e querido pelos ingleses onde além da sua aparência, possui um último temperamento. O Yorkshire foi apresentado pela primeira vez na Inglaterra em no inicio da década de 1860, sua primeira aparição numa exposição canina ocorreu em 1861, até então conhecido com como o Terrier Escocês Anão de Pelo Longo. O Yorkshire Terrier foi reconhecido como raça pelo American Kennel Club somente em 1885. Depois disso, começou a se introduzir na sociedade, tornando-se o companheiro inseparável das senhoras da aristocracia e da alta burguesia, por isso tornou-se um cão de luxo. No Brasil, acredita-se que a raça chegou em 1966 e sua aceitação foi imediata, tanto que, no ano de 2002, o Yorkshire Terrier foi classificado como o mais vendido no país. De todos os cães, a sua pelagem é a que mais se aproxima ao cabelo humano, portanto é uma raça mais indicado para pessoas com alergia.